quinta-feira, 27 de junho de 2013

Atitudes Sustentáveis

Pesquisa realizada pelo aluno Ezequiel Necher, 3º E.M.




Energia eólica

Atualmente, temos ouvido falar sobre o aumento de campos de captação de energia eólica. Este tem sido um recurso bastante usado para conseguir energia limpa, e promete vir pra melhor bastante a qualidade do planeta.
Desde 2005, existe um conselho especifico para tratar de questões ligadas à energia eólica, é o Conselho Global de Energia Eólica (Global Wind Energy Council – GWEC). Este tem conseguido divulgar este tipo de energia, gerando um fórum de discussões bastante relevante. Fazem parte do conselho, membros de mais de 50 países, somando 1.500 organizações.

O Conselho Global de Energia Eólica tem se preocupado atualmente em um projeto chamadoWind Force 12. Este projeto tem como objetivo fazer com que a energia eólica represente 12% da energia consumida no globo, e isto até 2020. É uma proposta bastante ousada, considerando as atuais circunstâncias, mas possível.
A energia eólica é altamente recomendada, e sofre muitos poucos danos em decorrência de intempéries naturais. Não é diminuída em período de seca, por exemplo. Além disso, suas estruturas não agridem tanto o meio ambiente quando a construção de uma hidrelétrica, por exemplo.
Um dos assuntos mais polêmicos quando se fala em sustentabilidade e cuidado com o meio ambiente é a indústria. Falando de maneira mais direta possível, as indústrias visam o lucro, não importando, muitas vezes, o que é necessário para isso. Em contrapartida, vemos que as indústrias emitem gases poluentes na atmosfera sem controle, poluem rios, destroem aeras de vegetação nativa, deslocam o ecossistema de determinada região e etc.
Acontece que de alguns anos para cá, está acontecendo um importante movimento de consciência em relação aos cuidados com o meio ambiente. Várias indústrias têm, desta forma, procurado adequar-se, conforme medidas internacionais, como o protocolo de Kyoto.
A grande questão, desta forma, torna-se: como manter uma alta margem de lucro e ao mesmo tempo ter uma indústria sustentável?
É a partir de perguntas inquietantes como esta que os grandes movimentos sobre o cuidado com o meio ambiente têm se baseado, pois não basta apenas que o indivíduo se conscientize e faça a sua parte. A grande contribuição, as mudanças globais virão, em grande parte, da mudança de postura por parte das indústrias.

É preciso um planeta sustentável. Urgente!


Uma pesquisa recente, desenvolvida pela Royal Society, chegou a uma conclusão alarmante: os hábitos de todas as populações precisam mudar, e só assim a humanidade e o planeta poderão ser sustentáveis.
Uma das coisas que precisa ser feita urgentemente, é dar acesso a planejamento familiar às pessoas de países mais pobres. Este fato não ajudaria apenas em microescala a vida desta família, nem apenas do país, mas em escala global. Uma das preocupações dos cientistas é em relação à população mundial relacionada à quantidade de alimento possivelmente disponível. Sendo assim, o controle de natalidade seria de grande ajuda a isto num futuro próximo.
Outra recomendação, é que os países parem de medir seu nível econômico e de saúde a partir do PIB. Este indicador não pode servir para indicar estas grandezas, e acaba servindo, muitas vezes, como uma cortina de fumaça a diversos problemas internos do país.
É importante a união de todos para que, juntos, aos poucos, façamos do planeta um lugar mais sustentável. E as medidas não cabem apenas a uma fatia da sociedade, em todas as escalas possíveis, desde a individual até a macro esfera política.



Rótulos ambientais não são eficazes

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no início de março de 2011 uma pesquisa intitulada de  “O uso do poder de compra para melhoria do meio ambiente”. A pesquisa revelou, dentre outros temas, que os rótulos utilizados nos produtos pelas empresas que desenvolvem produtos ambientais, precisa de adequações. Para o instituto este tipo de rotulagem que certifica os produtos como ambientalmente correto é apenas uma maneira de informar o consumidor que o processo de produção da mercadoria comprada, não teve utilização de equipamentos ou matérias-primas que agridem o meio ambiente. Apesar desta informação, os rótulos, segundo o Ipea, necessita de algumas modificações para que se torne mais efetivo. Uma das conclusões da pesquisa feita pelo Instituto se refere na questão de custos que as empresas tem com a rotulagem dos produtos. Para os pesquisadores do Ipea, a adaptação e critérios que estabelecem a certificação e rotulagem dos produtos, acaba resultando num aumento de custos para as empresas. O que reflete, consequentemente, num aumento dos preços dos produtos aos consumidores.