Enviado pelo aluno Emanuel Angelo, 1º E.M.
domingo, 30 de junho de 2013
Como as empresas do sul ficaram mais verdes
Entre
a Rio 92 e a Rio+20 muito se falou e pouco se realizou nas altas esferas
governamentais em favor do meio ambiente. Daquela vez como agora se cogitou a
criação de instâncias de governança global e de fundos para a conversão da
economia convencional em economia de baixo carbono, mas quase nada foi feito.
Daí a sensação de fracasso que ficou, para muitos, das cúpulas mundiais. Tive,
entretanto, a oportunidade de observar um pouco mais de perto o que aconteceu
nesses 20 anos no setor produtivo, e aí se pode afirmar que houve avanços
consistentes. Este ano escrevi um livro sobre os 20 anos do Prêmio Expressão de
Ecologia, uma premiação voltada a empresas (também há categorias para ONGs e
setor público) da região Sul do Brasil criada pela Editora Expressão, de Florianópolis,
logo após a Rio 92.
O
prêmio conseguiu captar a cada ano o estágio ambiental das empresas, e assim
acabou registrando o seu desenvolvimento no período. Essa trajetória está
contada no livro, tendo como pano de fundo a evolução da consciência ambiental,
o endurecimento da legislação e as mudanças na economia que exigiram uma
reestruturação produtiva das empresas nos anos 90. Tudo temperado com histórias
como as dos ambientalistas gaúchos José Lutzemberger e Magda Renner, que
conseguiram alterar projetos de grandes indústrias ainda nos anos 70 e 80,
tornando-as ambientalmente corretas.
Sustentabilidade
Sustentabilidade é a habilidade de sustentar ou suportar uma ou mais condições, exibida por algo ou alguém. É uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo.1 Ultimamente este conceito tornou-se um princípio, segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras, e que precisou do vínculo da sustentabilidade no longo prazo, um "longo prazo" de termo indefinido, em princípio.2
Sustentabilidade também pode ser definida como a capacidade do ser humano interagir com o mundo, preservando o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras. É um conceito que gerou dois programas nacionais no Brasil. O Conceito de Sustentabilidade é complexo, pois atende a um conjunto de variáveis interdependentes, mas podemos dizer que deve ter a capacidade de integrar as Questões Sociais, Energéticas, Econômicas e Ambientais.
Com a finalidade de preservar o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras, foram criados dois programas nacionais: o Procel (eletricidade) e o Conpet.
• Questão Social: Sem considerar a questão social, não há sustentabilidade. Em primeiro lugar é preciso respeitar o ser humano, para que este possa respeitar a natureza. E do ponto de vista do ser humano, ele próprio é a parte mais importante do meio ambiente.
• Questão Energética: Sem considerar a questão energética, não há sustentabilidade. Sem energia a economia não se desenvolve. E se a economia não se desenvolve, as condições de vida das populações se deterioram.
• Questão Ambiental: Sem considerar a questão ambiental, não há sustentabilidade. Com o meio ambiente degradado, o ser humano abrevia o seu tempo de vida; a economia não se desenvolve; o futuro fica insustentável.
Aluna: Ana Vitória Reis Deretti
Rendidos pela Sustentabilidade
Assuntos verdes estão na moda! Ser vegetariano, não usar sacola plástica, evitar produtos que prejudiquem o meio ambiente, entre tantas outras atividades que cada vez mais fazem parte do cotidiano da sociedade. O homem está tentando corrigir o mal que ele mesmo causou para a natureza!
E não são só os cidadãos que buscam formas de melhorar a qualidade de vida, as empresas também entraram no jogo. E as que ainda não se renderem à sustentabilidade, estão perdendo tempo – fica a dica!
Um estudo global da Nielsen realizado recentemente em 56 países, sobre Responsabilidade Social Corporativa, apurou que 66% dos consumidores ao redor do mundo preferem comprar produtos e serviços de empresas que sejam socialmente responsáveis. Apesar desse dado, apenas 46% estão dispostos a pagar mais caro por produtos verdes. “O preço sempre será um fator de extrema importância na decisão de compra dos consumidores”, afirma o analista de mercado da Nielsen Brasil, Claudio Czarnobai.
Segundo ele, os fabricantes devem se preocupar com a responsabilidade social que o produto transmite aos clientes, e devem entregar outros valores para serem percebidos com a relação custo X benefício. “As marcas que conseguirem desenvolver práticas, ações e produtos que tenham preocupações ambientais, e consigam achar uma boa equação de custo-benefício terão vantagem competitiva nos mercados.”
As iniciativas podem estar tanto no desenvolvimento de produtos, na comunicação empresarial ou na definição do sortimento. “É importante entender que tipos de ações das marcas são mais relevantes para os consumidores preocupados com esse tipo de tema”, sugere Czarnobai.
Mais um detalhe relevante para sair na frente da concorrência é conhecer o perfil de consumidor que realmente se preocupa com causas sociais e ambientais. De acordo com o estudo global, 63% deles têm menos de 40 anos e 66% acreditam que as empresas devem apoiar o meio ambiente. “Fabricantes e varejistas têm o desafio de decifrar e saber lidar com os consumidores, que estão cada vez mais atentos aos papéis que as empresas assumem no mundo de hoje”, conclui o analista.
Fonte: Ocioso
Pesquisa do aluno João Rafael, 2º E.M.
sábado, 29 de junho de 2013
Brasileiros revolucionam na fabricação de um cimento mais ecológico
Pesquisadores
da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) têm em mãos um projeto
que promete revolucionar o mercado mundial de cimento. Eles criaram uma versão
ecológica do produto, que permite dobrar a fabricação sem que seja necessário
construir novos fornos e, conseqüentemente, sem aumentar a emissão do CO2,
um dos principais vilões no efeito estufa.
Segundo o professor Vanderley
John, um dos responsáveis pelo projeto, O cimento Portland tradicional é
composto basicamente por argila e calcário, substâncias que, quando fundidas em
um forno sob altas temperaturas, transformam-se em pequenas bolotas chamadas
clínquer.
Sustentabilidade em Construções Civis
Programa Casa Sul - Sustentabilidade em
Construções Civis
Sustentabilidade em construções civis é a mais nova e
promissora forma de construir sem agredir o meio ambiente.
A utilização de matérias ecológicas e tecnologias,
voltadas para a redução de agentes poluentes, o uso racional da água e da
eletricidade são as principais ações voltadas para a sustentabilidade.
Os primeiros passos rumo à sustentabilidade em construção
civil teve início com estudos sobre o desenvolvimento ecológico. Esses projetos
foram idealizados na Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio
Ambiente e Desenvolvimento, em Estocolmo, na Suécia, em 1972.
Ao longo das décadas seguintes novos conceitos foram
criados e, mais tarde, aprimorados. Atualmente a prioridade é conscientizar a
todos sobre a importância do desenvolvimento sustentável, demonstrando na
prática que é possível suprir todas as necessidades dos povos sem esgotar as
reservas naturais, preservando assim o ecossistema.
Contudo, a construção sustentável deve valer-se de
todos os recursos naturais disponíveis como a iluminação natural, a captação e
o aproveitamento das águas da chuva. Além de reservar espaços apropriados para
a coleta seletiva de lixo.
Para isso, recomenda-se a utilização de produtos a
base de água e dos totalmente sólidos, pois eles são os mais apropriados pelo
fato de não emitir gases poluentes quando em contato com o oxigênio.
Outras precauções para diminuir aos danos ambientais
são o uso de tintas sem solventes, a redução no consumo de água com a criação
de poços artesianos e o uso da energia solar.
O conjunto dessas atitudes
sustentáveis permite que a construção civil colabore de forma significativa na
preservação ambiental.
Em algumas cidades os restos de obras estão sendo
reaproveitados em outras construções gerando maior economia e deixando menos
entulho em áreas verdes.
O fato é que cada vez mais surgem empresas dispostas a
adotar a sustentabilidade como meta e prioridade em suas obras.
Aluna: Natália Inocêncio Valmorbida. 1º ano
E.M.
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